Governo de Montenegro
segue na direção do patrão dos patrões - 14 de Dezembro de 2024 O
presidente da Cruz Vermelha e ex-líder da CIP António Saraiva diz que a compra
do Novo Banco pela instituição do Estado poderia ser positiva
Gostaria que o Novo Banco se mantivesse em mãos ou em capital português" diz, admitindo, no entanto, que "hoje é difícil saber quem é o detentor ou quais são os acionistas dos bancos ditos portugueses. Há capital estrangeiro na banca portuguesa. Se as decisões são tomadas por um "board" que tem um peso estrangeiro, o facto do banco aparentemente ser português não quer dizer que as decisões beneficiem as empresas portuguesas https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/cgd-deve-comprar-o-novo-banco-porque-nao-admite-antonio-saraiva
Não esquecer: Vamos ser realistas e pragmáticos, se é para privatizar privatize-se 100 por cento”, defendeu Mira Amaral. “Todos os contribuintes são acionistas da CGD e eu falo como acionista da CGD”, acrescentou durante o evento organizado pela publicação do grupo Impresa.
No Governo de Passos Coelho, no qual Montenegro foi lider parlamentar, a CGD, era outra das privatizações a consumar - Passos Coelho não nega privatização da Caixa Geral de Depósitos https://www.youtube.com/watch?v=sZ66bGaQpTk
Seguro perguntou directamente ao primeiro-ministro se pretende privatizar a Caixa Geral de Depósitos (CGD). Passos respondeu de forma evasiva e sem dar uma resposta directa.
O presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), Paulo Macedo, considera que o banco público “não deve ter participações não financeiras”, pretendendo alienar ativos como a Águas de Portugal.“A Caixa não deve ter participações não financeiras, e ao longo do tempo tem caminhado nesse sentido”, afirmou o gestor na conferência de imprensa da apresentação dos resultados do banco no primeiro semestre, após ser questionado sobre a participação na Águas de Portugal.
5/09/2012 O Governo contratou a empresa de consultoria Deloitte para avaliar a Caixa Geral de Depósitos (CGD), com o objetivo de privatizar 40 por cento daquela instituição bancária, noticia a edição de hoje do Jornal de Negócios.
"Eduardo Paz Ferreira, Pedro Rebelo de Sousa e Álvaro Nascimento, todos advogados, farão parte da comissão de auditoria da nova comissão executiva da Caixa Geral de Depósitos (CGD) em regime de não exclusividade. Pedro Rebelo de Sousa continuará deste modo a trabalhar no seu escritório de advogados, que representa empresas como a italiana ENI, accionista da Galp e que chegou a negociar a venda desta participação, negócio onde a Caixa Geral de Depósitos mantém uma palavra a dizer.
Outra entrada inesperada na CGD foi a de Nuno Fernandes Thomaz, para administrador-executivo, defendida por Paulo Portas, que assim garante a representação do CDS/PP nos órgãos do banco estatal. Recorde-se que Nuno Fernandes Thomaz, que foi secretário de Estado dos Assuntos do Mar no governo de Santana Lopes, chegou a defender, durante a campanha de 2005, um Museu da Bíblia no Norte e a construção de um parque temático como a Eurodisney no Sul de Portugal. Ontem, vendeu a sua posição na ASK e pediu a demissão dos cargos que desempenhava.









